quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

O Espetáculo Musical Palmares tem como principal objetivo, integrar artistas negros, dentre bailarinos, atores e músicos que, já desenvolvem um trabalho artístico de relevância no Estado do Piauí, para juntos realizarem uma obra artística (criação e exibição). Um trabalho que aborda a história do povo negro no Brasil, enfatizando um processo enriquecedor culturalmente para nosso povo, como Samba, Capoeira, Ritos e a Culinária. Foram esses aspectos explorados na elaboração das cenas, musicas, figurinos e movimentação. Levaremos ao público uma concepção arrojada que traz um elenco de primeira qualidade. Artistas experientes que contribuíram o máximo para que o projeto saísse com alto nível técnico/artístico.








As apresentações acontecem:

Dia 18/01/2011 onde faremos um Lançamento do projeto para 100 convidados especial que são parceiros/apoiadores da OPEQ, o local do acontecimento é na – ADH/Ponto de Equilíbrio/Centro – 19h.
No dia seguinte 19/01/2011 o espetáculo segue para a Praça da Telemar/Mocambinho – 19h. Teremos aqui uma palavra com a historiadora amarantina Sâmia Alves Mimbó, que vai fazer uma breve fala sobre a importância do dia da consciência negra e também sobre a história do negro no Piauí ela é uma das principais ativistas do movimento Negro no Sul do Estado e desenvolve a cinco anos a Festa da Beleza Negra na comunidade quilombola Mimbó.
Depois o espetáculo chega ao centro de Teresina dia 20/01/2011 o Adro da Igreja São Benedito, recebe as 19h os tambores danças e cores do Musical Palmares a igreja foi escolhida por ser a unica no Brasil a ter um santo negro como padroeiro, embora se comemore em seus festejos outro santo, isso é bem contraditório mais, é sem duvida um preconceito "desmascarado" sem falar que o Altar do São Benedito fica do lado de fora da igreja, o que nos levou mais uma vez a questionar sobre o racismo mascarado e também a levar o musical para aquele espaço tão importante para a cultura negra piauiense.
Depois no dia 21/01/2011, invadiremos a Praça do CSU/Parque Piauí sempre as 19h.
Pra concluir esse primeiro circuito do projeto vamos no dia 22/01/2011 apresentar para o público da Praça Cultural/Dirceu – 19h. O Dirceu é um lugar bem especial par Organização Ponto de Equilíbrio pois foi justamente lá que começaram as primeiras ações do que hoje se consolida como a ONG Ponto de EQuilíbrio.





Ensaios geral de 10 a 17, sempre as 19h, lembrando que todas ações estão marcadas para esse horário (19h) justamente pra não haver dúvidas.

Agenda recente atualizada:
Quarta feira, dia 12, ensaio fotográfico, com figurinos e maquiagem19h;
Quinta feira, dia 13, ensaio no Terreiro (ter benção e apoio dos santos)20h;
Sexta ensaio geral. 19h no Ponto de Equilíbrio;
Sábado, dia 15, apresentação no programa do Lásaro do Piauí na TV Meio Norte 9:30h;
Segunda, dia 17, ensaio técnico 19h.


No roteiro do Musical Palmares, contamos a história do povo negro e sua importância na cultura brasileira, com música (Saquá e Ricardo Totte) e dança (Valdemar Santos) que foram criadas especialmente para o trabalho o elenco é formado por Cleide Fernando, Juliana Márcia, Kleo di Santis, Dackson Mikael, Nayara Frabrícia, Zé Carlos, Ricardo Totte, Saquá, Beth Moreno, Geovano Quadro e a participação especial do Grupo Afro Cultural “Coisa de Nêgo”.




Tem sido muito gratificante para a Organização Ponto de Equilíbrio ver realizado uma idéia como essa. A equipe se afinando, os músicos junto aos dançarinos, o encanto de ver tudo sendo produzido ao vivo com o frescor do momento, com vitalidade humana do artista que se entregar por inteiro a uma obra, que usa seu instrumento artístico para encantar e recriar o mundo.
Os últimos ensaios vem acontecendo de forma intensa e harmônica onde cada artista deposita seu parcela de contribuição, as definições de tempo, espaço, as provas de figurinos, a conversa de bastidores, a produção executiva sugerindo, os artista sentido cada vez mais forte que tudo esta indo bem. Estamos felizes por podermos estarmos a frente de um projeto como esse que integra artistas, e que nos possibilita fazer da forma mais profissional possível.






Equipe de trabalho:

Direção e Coreografia: Valdemar Santos
Coordenação: Luís Carlos Vale
Consultoria Administrativa: Laurita Vale
Consultoria Contábil: Ronaldo Lopes
Produção: João Vasconcelos
Produção Executiva: Márcio Brito
Secretaria Executiva: Fran Silva
Direção Técnica: Dionísio Brasil
Palestrante: Sâmia Alves Mimbó
Figurino: Danilo França
Designer Gráfico: Jonathans Teixeira
Assessor de Imprensa: Marks Júnior
Produção de Audiovisual: Franklim Pires
Fotografia: Luciano Neves

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Sábado sem sol 10h de uma manhã linda no Rio de Janeiro, estamos nós no Museu da Republica avaliado os sete meses de trabalho dentro do Projeto Colaboratório 2010. Cansados depois de muito trabalho ao longo do ano... O desgaste emocional evidente, o desafio de está juntos interagindo, as diferenças que se evidenciaram, as imposições, a clareza e falta de clareza nas propostas, o estímulo mútuo, os apegos e “predileções”, agora avaliar tudo é importante e necessário. Foi bom poder ter ali um lugar pra entender o processo na cabeça do outro no fim dessa jornada tão intensa e rica. Foi uma pena não estarem todos colaboradores, mais entendo que em meio ao Panorama e com tantas atividades acontecendo simultaneamente ficou impossível juntar todos, o que não desmerece a importância do nosso ultimo encontro formal, agora cada um volta pra sua realidade para sua cidade, seus trabalhos e desafios de continuar seus caminhos.

Quero começar retomando o momento em que soube do projeto, li o edital e comecei a escrever minha proposta. Na época tinha muito o interesse e a curiosidade na possibilidade de criar em coletivo, tinha também um desafio de me colocar disponível para novamente trabalhar em um grupo tão numeroso e “parafraseando Vitor” muitos matizes. Lembro que se instaurou no primeiro encontrão em Luis Correia uma ansiedade de colaborar de entender como se colocar diante desse exercício que exige muitas entregas e abandonos. Na prática exercitamos a articulações entre eu e o nós, uma sintonia que acontece de várias maneiras, uma dinâmica coletiva só se cria ao longo do tempo e no caso do colaboratório foi necessário nos adaptar com mais frequência a essa mudanças, pois o processo era muito dinâmico com troca de cidades e de orientadores a cada nova residência, nos fazendo compreender melhor a distinção de trabalho, escolha e potencia na interação de idéias. Lá também se instaurou o fantasma da criação coletiva, era necessário aprofundar suas propostas inscritas assim como interagir nas propostas alheias com o perigo de cair na mediocridade, pois existe uma falsa idéia de que mostra um processo coletivo é qualquer coisa, e se cai facilmente na obscuridade, já que se trata de um “processo” se tira dali a expectativa de algo pronto, o que pode ser uma grande armadilha. Como dar o devido peso as coisas? Que energia é necessário ter para, por exemplo, desenvolver e mostrar um processo? E se for um espetáculo? Sei que perguntas como essa são muito complexas e continuaremos buscando-as, até por que nos foi necessário entender e buscar o esforço devido para que a todo tempo os processos saíssem da potencia e se transformassem em ação.




Muitas vezes as idéias não se estabeleciam como processos e ficaram frágeis por um longo tempo, a autonomia fica inconsistente e a ação criativa e de definições de cada projeto pessoal se estrutura de muitas maneiras, na motivação tanto pessoal quanto do coletivo, em entender a si e o coletivo, a idéia de transito livre entre os processos. Tudo pode vir a fragilizar algumas propostas e/ou fortalecer outras. Quero levantar uma questão importante para as próximas edições. Como podemos descobrir mecanismos e condições favoráveis para que o colaboratório chegue mais forte ao final? Como embutir um estado de autonomia individual que reverbera no coletivo e respeito ou trabalho do outro? Penso que nas próximas edições o processo seja mais curto e mais intenso a exemplo das imersões onde estávamos disponíveis e com condições igualitárias de trabalho e dedicação.

Lembro quando começamos esse processo todos estavam entregues as novidades isso é natural, a convivência desgasta e levar as relações com ética e respeito pelo outro pode ser difícil com a rotina. Pra mim por tanto está em coletivo é me motivar mutuamente e se deixar contaminar, se deixar envolver pode ser mais fácil para alguns que para outros. O certo é que às vezes se faz necessário mais que uma opinião é preciso se aprofundar mais na questão e fazer uma analise mais critica da situação. Para se colocar como artistas é fundamental entender o que o motiva a ser artista, é crucial entender que o artista trabalha com relação ao tempo presente, isso deve ter relação direta com a forma de como esse artista se relaciona com os conflitos e problemas que ele elabora do seu presente. Existem várias formas de problematizar esse contexto, sendo mais amplos com as relações que temos tentamos sempre identificar os próprios desejos transformando-os na sua realidade, na prática artística existe sempre presente questões referentes a aspectos políticos e sociais com mesmo peso nos dois contextos. O que identificamos, diagnosticamos, cutucamos, ferimos, ou evidenciamos no nosso presente é então o resultado da nossa arte.

Fecho esse processo feliz e com certeza da “missão” comprida, satisfação de fazer parte desse projeto tão rico que certamente engrandeceu minha formação artística, me abriu para novas possibilidades e me deu novos amigos de profissão. Parabenizo a toda equipe de coordenadores e produtores. Agradeço pela contribuição e atenção dos orientadores e principalmente agradeço a possibilidade de trabalhar com artistas tão diferentes e re-descobrir o sentido da colaboração, estou agora em Teresina num feriado de chuva calma e clima ameno. Acaba o colaboratório 2010 formalmente, mais me deixo sempre aberto e disposição e sei que manteremos mais contatos, é apenas o começo de muitas possibilidades.


Valdemar Santos, Teresina 15 de novembro de2010.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

O Projeto Duo em Tripé foi o único projeto contemplado em arte cênica DANÇA do estado do Piauí, no Programa BNB de Cultura – Edição 2010 – Parceria com BNDES e foi idealizado por Luis Carlos Vale, coreógrafo do Piauí.
O Projeto “Duo em Tripé” traz um trabalho de exibição de dois corpos distintos em suas peculiaridades que se despedem dos preconceitos e faz do corpo um instrumento de comunicação útil a sociedade.

O dueto e um trabalho entre uma pessoa portadora de necessidade especial (cadeirante) e um bailarino, parceria entre os artistas Meirilane Dutra e Luís Carlos Vale, mas um convidado especial Flavio que é uma pessoa com deficiência auditiva.




O trabalho tem como objetivo principal oportunizar as pessoas com deficiência a desenvolver e expor seus potenciais artísticos, elevando a auto-estima e oferecendo ao público oportunidade de lazer e cultura com apresentações de espetáculo de dança seguida de palestra e debate, bem como fazê-lo refletir sobre as dificuldades e possibilidades das pessoas com deficiência.



O Lançamento e Estreia do Espetáculo acontece no dia 21 de setembro, “Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência” no Teatro João Paulo II às 19 horas com entrada franca.

O Projeto espetáculo será realizado em cinco Vilas da cidade de Teresina em praça pública, são elas: Vila Mariana dia 22, Vila da Paz dia 23, Vila Irmã Dulce dia 28, Vila do Avião dia 29 e Vila Operária dia 30 todos no mês de setembro às 17 horas. O circuito de atividades visa valorizar os locais das apresentações como também as pessoas que vivem nestas vilas da cidade levando arte de qualidade para todos.
O espetáculo Duo em Tripé é uma iniciativa da Organização Ponto de Equilíbrio incluso no Projeto Dança Eficiente com parceria com a Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves dentro da Coordenação do Projeto Corpo Inclusivo e apoiado pela Gama Refrigeração, empresa de Teresina.

Tendo como Diretor e idealizador Luís Carlos Vale,
intérpretes Luís Carlos Vale, Meirilane Dutra e Flavio Soares,
Coreógrafos Luís Carlos Vale, Daniel Moura e Valdemar Santos,
Figurino Danilo França,
Fotos Michele Tajra,
Produção Mariselha Resplandes,
Produção de Audiovisual Ricardo Sousa,
Consultora Laurita Vale e
Designer Gráfico Jonathans Teixeira.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010



A Prefeitura de Teresina por meio da Fundação Cultural Monsenhor Chaves abre inscrição para o projeto "Corpo Inclusivo" que tem como principal objetivo, oportunizar que as pessoas com deficiência revelarem suas potencialidades artísticas através da dança, do teatro, das artes plásticas e da musica. Incluindo-os na sociedade por meio da cultura com a perspectiva de abrir espaço e dando oportunidade para que eles mostrar seus potenciais artísticos e garantindo-lhes o direito a arte, entretenimento, e profissionalização através da arte. O projeto promove também a convivência social das pessoas com deficiência proporciona o contato com outros espaços culturais da cidade, e com artistas.

Inicialmente serão oferecidas aulas de Dança de Salão segunda e sábado as 10h e na quarta as 14h. Dança contemporânea segunda, terça, quinta e sexta as 15h. Todas as aulas aconteceram na Casa da Cultura que está sendo reformada e adaptada para acolher o projeto.

A dança como prática social é usada historicamente para expressar e transmitir sentimentos, emoções e conhecimentos. É uma linguagem do corpo usada em diferentes esferas como na religião, no trabalho ou na guerra. Por ser uma linguagem da emoção, modela e acalma o corpo, dando visibilidade aos estados da alma e contagiando o grupo, até que todos compartilhem as mesmas emoções.

A Cia. Dança Eficiente é um projeto em parceria da Organização Ponto de Equilíbrio e Associação dos Cadeirantes do Município de Teresina – ASCAMTE e tem a frente os profissionais Valdemar Santos e Luis Carlos Vale que desde 2005 realiza um trabalho voluntário de dança com cadeirantes, resultando num belíssimo processo de inclusão social sendo também pioneiro em Teresina. O projeto tem como objetivo principal oportunizar as pessoas com deficiência desenvolver e expor seus potenciais artísticos, elevando a auto-estima e oferecendo ao público um trabalho original, criativo e pioneiro no Estado.

Portanto, a execução do Projeto “Corpo Inclusivo” vem proporcionar a inclusão sócio-cultural e diversão, incentivando as pessoas com deficiência para que possam revelar e estimular seus potencias artísticos, bem como, propiciar ao público teresinense oportunidade de lazer cultural com as apresentações de espetáculo de dança.




Criar uma turma de dança para pessoas com deficiência na Casa da Cultura centro de Teresina.

Oferecer condições de acessibilidade a pessoa portadora de necessidades especiais á dança.

Valorizar o trabalho corporal desenvolvido com as pessoas com deficiência, ajudando a dissolver preconceitos.

Incentivar o fazer artístico das pessoas com deficiência.


Motivar a criação de novos trabalhos, possibilitando a multiplicação de experiências e a valorização do trabalho artístico;

Ampliar e garantir políticas sociais para a pessoa com deficiência;

Retirá-los da ociosidade, transformando-os em agentes de produção cultural;




Mais informações ligue: 8838 5099/ 9994 1543 (valdemar santos)

sábado, 29 de maio de 2010

Membros do Colegiado de Dança,
1. Estivemos reunidos em Brasília-DF já no primeiro dias reivindicação
dos membros do Colegiado de Dança para deliberar sobre o FND e ainda tempo
para elaboração e discussão sobre o proposto pela FUNARTE, com explanação
sobe o novo formato do FNC e competências do Colegiado de Setorial de Dança isto
nos dias 26 e 27, tendo como ponto de pauta principal o Fundo de Artes Cênicas.
Tendo a presença dos senhores Marcelo Veiga CNPC – Marcelo Bones –
FUNARTE – Kleber Rocha MinC e ainda a presença do Coordenador de Danças da
Funarte Leonel Brum.
2. O MinC apresentou a proposta de organização e gestão do Fundo
Nacional de Cultura, que prevê a criação de Comitês Técnicos das 8 áreas
temáticas: dentre elas as artes cênicas, com composição paritária entre gestores
públicos e sociedade civil. Esta estrutura será ainda executada na execução dos
Fundos 2010 e será mantida após a aprovação do Pró-cultura.
A FUNARTE apresentou suas propostas para utilização do Fundo de Artes
Cênicas/2010, dentro do que havia sido adiantado no Debate Cênico pelo Marcelo
Bones do qual comentou da importância do debate e da participação de todos da
área de dança e demais áreas.
3. Vale ressaltar que não foram discutidos os percentuais regionais, pois
nosso foco foi no objetivo de cada um dos programas apresentados e explanados
pelos membros da mesa, e ainda sempre chamando a atenção deste Colegiado
Setorial de Dança para a eleição de seus representantes no Colegiado do CNPC e
ainda no Comitê dos Fundos Setoriais, como também a formatação de um
documento para ser enviado para o CNPC para posterior publicação na SEFIC onde
este iria conter as propostas e proposições de alterações de nomenclaturas e etc.
4. Quanto ao valor total do Fundo, a Funarte está trabalhando com a
proposta de R$ 80 milhões, não estando ainda fora de questão o aumento da verba
para as artes cênicas, pleito que será formalizado pelo Colegiado Setorial de Dança,
junto com as demais propostas deliberadas na reunião. As artes visuais, por
exemplo, estarão trabalhando com o mesmo valor (R$ 80 milhões), sem ter que
atender áreas distintas, como ocorre com Circo, Dança e Teatro as três áreas serão
contempladas.
5. O Colegiado Setorial de Dança deliberou sobre a necessidade de um
programa de mapeamento da área, a ser realizado como 1º Módulo de um projeto
permanente. Quanto às demais propostas, foram consideradas, em geral, positivas.
Não esquecendo também sobre os produtores independentes e o mapeamento
poderá se realizada por uma fonte de pesquisa uma Faculdade visando o termo de
convenio para tal catalogação umas das citadas acredito recordar foi a FAPEF.
6. As diversas Regiões por meio dos seus representantes e membros do
Colegiado Setorial de Dança apresentaram suas propostas, que foram e estarão
sendo consideradas na elaboração dos Editais, como por exemplo, as sugestões
para os Editais de manutenção de Grupos e CIA e fomento à programação de
espaços cênicos.
7. Os Editais KLAUSS VIANNA, MYRIAM MUNIZ, CAREQUINHA,
ARTES CÊNICAS DE RUA, APOIO A FESTIVAIS E BOLSA RESIDÊNCIA TERÃO
SEUS VALORES DOBRADOS, MEDIANTE SUPLEMENTAÇÃO DE VERBA.
8. Marcos Moraes apresentou por meio do coletivo de dança de São
Paulo a proposta de realização de uma 2ª edição do Klauss Vianna, para
possibilitar a inscrição de novos projetos, uma vez que as inscrições já foram
encerradas dependendo somente da questão da greve dos correios e que muitos
deixaram de concorrer por considerarem insuficiente o número de prêmios
concedidos por regiões ainda que estes Editais fossem injetados mais recursos.
9. Marise Siqueira apresentou por coletivo de dança do Rio Grande do
Sul a proposta de inclusão de espaços públicos no programa de fomento à
programação de Espaços Cênicos originalmente destinados apenas a espaços
privados, desde que sua manutenção e gestão não contenham nenhum aporte
orçamentário público e que sejam mantidos por entidades civis sem fins lucrativos,
como nos casos de cessão de uso de imóveis públicos que são totalmente mantidos
pelas atividades artísticas. Frisou como exemplo um antigo prédio do qual funcionará
um hospital e hoje recebe eventos culturais, mas não recebe ajuda alguma do Poder
Executivo e etc.
10. Outras propostas foram apresentadas, e a proposta final do Colegiado
Setorial de Dança será entregue até segunda-feira para o MinC por meio da
representante do Colegiado no Plenário da CNPC eleita para enviar as Propostas
apre4sentandas pelos estados e regiões que deverá ser enviada a FUNARTE, para
receberemos estas propostas mais detalhadas pela FUNARTE.
IMPORTANTE: Ainda há tempo para o recebimento de propostas, pois a FUNARTE
irá considerá-las para a elaboração dos Editais. O importante é nossa manifestação
pela ampliação do valor do Fundo de Artes Cênicas, considerando que o mesmo
atende a três áreas distintas das artes Circo, Dança e Teatro e que seja criado um
Fundo para cada. Dulce comentou dôo termo Artes Cênicas estar tão antigo, e a
novo nomenclatura deverá ser Fundo Setorial do Circo da Dança e do Teatro.
11. Assim sendo todos nós principalmente da Região Norte e demais
regiões precisamos nos mobilizar para minimamente enviando novas e demais.
12. Por fim vale ressaltar a eleição para composição do Colegiado no
Plenário do CNPC e ainda a eleição do representante do Colegiado para o comitê
dos Fundos Setoriais que tem como representantes: Rosa Maria Coimbra - DF
Silva Moura, Suplente-CE Plenário do CNPC e para o Comitê dos Fundos
Setoriais Marise Siqueira (RS), suplente Marila A Vellozo.
Obs: O texto é baseado em informações de Marise Siqueira e de Ana Claudia Costa,
e novo contexto por mim digitalizado adequando também algumas citações que
recordei.

André Durand
Membro do Colegiado Setorial de Dança
Diretor do Grupo Faqra e The Fusion Dance de HIPHOP
Manaus-Amazonas
(92) 9964-7820/9216-2707/8109-4754

sábado, 1 de maio de 2010

FORUM NACIONAL 1 Minuto Para Dança

Entre os dias 29 de Abril a 29 de Maio, a cidade de Teresina(PI) receberá estudiosos, pesquisadores, doutores e artistas do movimento da Universidade Federal da Bahia (UFBA) que se revezarão em palestras, workshops, lançamento de livros e residências artísticas dirigidos à comunidade artística e acadêmica.. As ações estendem-se por diversos espaços e o acesso a todas estas são gratuitas.

O Fórum é eminentemente de caráter formativo. Uma ação pioneira no Piauí, por inovar nas discussões acerca da dança e democratizar o acesso à informação nesta área.

Contaminações em todos os sentidos. Para todas as direções, todos os lados, níveis, corpos, linguagens, pensamentos, processos, movimentos. Esta é a arquitetura fundamental do pensamento deste projeto. Idealizado pela Cia Luzia Amélia e realizado pela Universidade Federal do Piauí em parceria com a Federal da Bahia.

O Fórum busca articular a dança que é produzida em território piauiense com o restante do Brasil, impulsionando a produção artística e científica, a reflexão, a pesquisa e a troca de idéias. Promovendo junto à comunidade artística e acadêmica a questão da dança como área de conhecimento. Sua transversalidade na educação e sua inserção no campo científico. Para tanto, esta iniciativa é ponta pé para a criação da primeira Graduação em Dança no Estado, idéia que já vem sendo articulada junto a UFPI e que será amplamente discutida durante todo o encontro.

“A abertura da graduação em dança faz-se urgente, chegou o nosso momento!.”, pontua Profª Drª. Zozilena Fróz, da Coordenadação da de ação Cultural da UFPI.

O Corpo, A Dança e o Conhecimento serão os protagonistas deste Fórum, que se sustenta sobre três eixos temáticos: Formação, Produção e Políticas Públicas. Propositadamente interligados para disseminar novas idéias no ensino-aprendizagem da dança; incorporar sentidos baseadas na arte-educação, dança contemporânea e outras linguagens; e intercambiar experiências entre profissionais e amadores, fortalecendo, assim, este movimento, ávido por espaço.




Convidadas da Universidade da Federal da Bahia
DULCE AQUINO

Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, Diretora e professora da Graduação e Pós-Graduação da Escola de Dança da UFBA, Membro do Conselho de Ensino e Extensão de desta mesma instituição. Consultora pedagógica da Faculdade Angel Viana/RJ. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Dança. Atuando principalmente nos temas: Dança, Arte, Corpo, Espaço e Cultura.

LENIRA RENGEL

Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP. Mestre em Artes/Dança pela Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP. Graduada pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, ECA/USP - Bacharel em Direção Teatral. Professora adjunta da Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia, na Graduação, Departamento de Técnicas e Práticas Corporais e na Pós-Graduação - Mestrado e Especialização. Especialista na Arte de Movimento de Rudolf Laban e sua inserção no pensamento contemporâneo na Dança, nas Artes e no Ensino e Apredizagem. Em 1977 iniciou seus estudos com Maria Duschenes (introdutora da Arte de Movimento de Laban no Brasil);

GILSAMARA MOURA

Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP (2008), com pesquisa sobre políticas públicas em dança. Atua como curadora, bailarina, coreógrafa e consultora de projetos coreográficos. Tem desenvolvido pesquisa em Dança sobre percepção visual, neurônios-espelho e improvisação. Professora Permanente do Programa de Pós-Graduação da UFBA. Professora Adjunta da Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia. Coordena o Projeto de Extensão GDC-Grupo de Dança Contemporânea da UFBA;

LÚCIA MATOS

Doutora em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia, onde atua como professora adjunta da Escola de Dança nos cursos de Graduação e Pós Graduação. Mestra em Educação (PPGE/UFBA) e licenciada em Dança. É co-líder e pesquisadora do PROCEDA (UFBA), atuando nas linhas de pesquisa: Processos Educacionais e Processos Corporeográficos. Coordena o projeto Redanças: redes colaborativas em dança como ação política. É associada do Fórum Nacional de Dança, da World Dance Aliance – WDA. Faz parte do grupo Gestor da Red Sudamericana de Danza – RSD.


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ATENÇÃO - ATÉ O DIA 10 DE MAIO.

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TERESA AMARAL
COORDENADORA DE ARTES CÊNICAS - FUNDARPE